Nas grandes cidades, enfrentamos diariamente congestionamentos no trânsito, seja para ir até ao mercado, para ir até o trabalho ou para buscar os filhos na escola, demorando assim um tempo maior do que o necessário para realizar percursos simples, e nem sempre temos esse tempo disponível. Isso faz com que alguns motoristas apressados - e atrasados – ultrapassem em locais proibidos, andem acima da velocidade permitida ou ignorem o sinal vermelho dos semáforos. Causando assim, acidentes e as casuais brigas.
As eventuais brigas que acontecem no trânsito normalmente são causadas pelos mesmos motivos dos acidentes: infrações. Segundo dados de uma pesquisa divulgada pelo ministério da justiça, o Brasil ocupa a décima colocação no ranking de mortes causadas por acidentes no trânsito. Vemos exemplos em jornais, televisão, internet, ou então pessoalmente nas ruas de nossas cidades. Um exemplo que pode ser citado, e que foi muito comentado, foi o motorista de um carro Porsche que andava em alta velocidade por uma rua de São Paulo, por volta das duas horas da manhã, e bateu no carro de uma mulher que ultrapassou o sinal vermelho, causando assim a morte da mesma. O acidente foi causado por duas infrações de trânsito: a alta velocidade do motorista do carro Porsche; e a ultrapassagem da mulher com o sinal vermelho.
Os automóveis foram criados com o objetivo de facilitar a movimentação das pessoas de um local para outro, mas atualmente sair de carro acaba sendo mais demorado do que ir a pé, e a causa disso é o grande número de automóveis existentes, que também é um dos motivos pelo caos no trânsito em que vivemos. Com tantas mortes que estão acontecendo no trânsito, seja por brigas, colisões ou atropelamentos, podemos considerar que, agora, o automóvel é uma nova arma.
Para tentarmos diminuir o número de mortes e acalmar o trânsito brasileiro precisamos - além de ter a consciência do caos em que vivemos - ter um aumento do número de fiscalização policial. Com o maior número de policias diariamente nas vias públicas, os motoristas se sentiriam intimidados e não fariam ultrapassagens em locais proibidos ou qualquer outra infração de trânsito. É preciso ações práticas por parte do governo para trazê-los à realidade. Nada mais real do que a apreensão da carteira de motorista ou - pior ainda - o peso de uma multa no final do mês.



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